Vazou mais um video esposa muito linda comendo esposa vagabunda com sortudo de moema – sp

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Estávamos próximo de Moema, bairro em SP cheio de casas desse tipo, e no caminho deixei claro que o meu objetivo era curtirmos a noite, eu só queria ela, e conhecermos uma casa de swing que tanto imaginávamos.

Ele iniciou a punheta e meu pau estava babando muito,eu estava me colocando no lugar de um dos caras sortudos que comia aquela delícia de mulher e me lembrei do jeito gostoso que Bárbara me chupava,o cara me punhetava rapidamente e acariciava meu saco,isso me deixava a ponto de gozar,então,inclinava meu corpo para traz para que ele parasse,ele me falou para avisar quando fosse gozar,continuava a ver o filme com a mão amiga batendo pra mim,já estava super excitado e o cara batia,batia e batia sem parar,pegou na cabecinha e retirava o líquido abundante que não parava de sair, eu estava louco de tesão,minha respiração ficou acelerada e acho que ele percebeu,eu olhei para baixo  e vi sua mão sobre meu pau,segurava com força moderada e precisão meu mastro que estava com a cabeça inchada e continuei a ver o filme até o momento de uma cena em que todos os homens gozavam na bunda e no rosto da gostosona e,sem avisar,comecei a  gozar com o meu cacetão na mão do cara e achei que meu leitinho iria cair no chão mas ele pegou tudo com a mão e disse:Olha quanta porra você gozou cara!,mostrando sua mão com aqueles filetes brancos da minha porra entre os dedos. Me afastei e ele sentou na cama, tirei a saia, a calcinha vagabunda me deixou sensual ele me olhou me comendo. A Marlene, esposa do Rafael, dono da festa, havia se mostrado ser uma pessoa alegre e envolvente.

A conversa seguia tensa e Tentei justificar, ela então pegou o notebook e me mostrou o vídeo que ela estava vendo e perguntou se era algo tão anormal, e não era mesmo, era apenas um vídeo de sexo entre homem e mulher e ela perguntou se eu também não gostava de ver e pediu para eu colocar um vídeo dos que vejo, para vermos se é tão diferente dos que ela via e eu fiquei falando que nada haver, foi quando ela explicou que casou virgem com meu pai, que adorava transar e que fazia falta demais para ela, porque ela e meu pai transavam muito e então ela disse de novo, para eu colocar um vídeo dos que vejo para eu provar o que “sou melhor”.

A algum tempo a trás eu tive contato com os contos eróticos, achei aquilo um absurdo, mentiras, fantasias, jamais acreditaria que um homem deixaria sua mulher dar para outro homem, eu não sou santo não, costumo dar as minhas puladinhas, e ate não achava justo eu ter outros conhecimentos, conhecendo outras pessoas e minha esposa ficar limitada a mim, mas também não achava certo eu deixar ela transar com outro homem e ainda na minha frente, mais pensava, eu jogava bola, no vestiário eu via os amigos nus cada rolão, e a minha pequena, eu tenho 14 cm só de rola, eu ficava imaginando aquelas rolas entrando na boceta dela, nossa e o pior que me dava tesão, aquilo não sai da minha cabeça, comecei então na hora de fazer amor com ela eu chama-la de puta, vagabunda, safada, no começo ela achou um pouco estranho mais depois começou também sentir prazer em eu chama-la de puta, mas eu não tinha coragem, de tocar no assunto com ela, nem que fosse só para saber a opin ião dela a respeito,o tempo foi passando.

– Não! Não me chama assim! Presta atenção, some da minha vida! Eu nunca mais quero te ver de novo! Pega esse seu remorso e enfia no cú, vaza!Eu gemia cada vez mais, e rebolava na sua boca e puxava seu rosto pra mais pertoNum breve momento de vazio, silencio porém movimentação em torno de minha esposa, entanto ela descansava dos orgasmos eu me posicionava pra penetra-la. Fazia muito tempo que não gozava simultaneamente com minha parceira…que sensação incrível…nossos corpos se estremecendo, arrepiados de prazer.

E a Loirinha linda só disse espera um pouco estou terminando aqui.