Novinho Magrinho Gostoso Veio Me Fazer Uma Visita Enquanto Meu Marido Estava Fora

Novinho Magrinho Gostoso Veio Me Fazer Uma Visita Enquanto Meu Marido Estava Fora

Novinho Magrinho Gostoso Veio Me Fazer Uma Visita Enquanto Meu Marido Estava Fora

Mergulhei fundo e comecei a lamber o clitoris debaixo da água…ela abriu as pernas e facilitou toda jogada…Eu tocava, beijava, enfiava dois dedos na xana quando ela disse…para visitar o bumbum….

Quando entro no café térreo do shopping, percebo um cara magrinho, cabelo bem preto e curto me fulminando com os olhos. Ele viu que eu não ia responder, então, começou a falar, enquanto se deita a na minha cama.

NOSSA, não imaginava que era tão gostoso.

após esse episodio tinha vergonha então acabei me retirando um pouco da casa da minha avó, então o tempo passou também casei e foi nesse ano que o melhor aconteceu, através de redes sociais minha tia acabou solicitando minha amizade, aceitei e começamos conversar, nada demais o assunto era sempre família e assuntos rotineiros, foi então em que um dia ele pediu se poderia fazer uma pergunta indelicada, sem imaginar oque poderia ser respondi que sim, foi então que ela me pediu: Você achava a tia bonita quando era mais novinho? Respondi que sim que era uma mulher muito linda, por sinal muito atraente, foi então que ela pediu se era esse o motivo que fazia eu revirar suas calcinhas quando garoto, pois além da vez em que me pegou no flagra varias vezes me viu remexendo em sua gaveta e mexendo em suas calcinhas, fiquei sem saber oque falar, mas em seguida ela disse ficou mudo é, não se preocupa achava excitante quando via você mexendo…após isso trocamos o rumo da conversa e como um pedido de desculpa por me deixar constrangido tia Janeide me convidou para ir tomar um café qualquer dia em sua casa, pois ja não mora mais com minha avó. Ele começou a tocar meu clitóris com mais urgência, eu sentia seu pau que pulsava no meu rabo, enquanto ele falava que estava quase gozando. A voz grave ganhou um rosto, era um homem de mais ou menos uns 50 a 55 anos,grisalhando,mais alto que eu – algo que considero difícil pois tenho 1,78cm – traços agradáveis tirando o semblante de desespero, diria que um belo homem me ajudou a levantar do chão,não reconheci e não o conhecia, sua mão era grossa e grande acompanhada de uma aliança, ele insistiu em me levar no hospital, eu resisti explicando que não tinha sido nada demais e uma carona até a minha casa seria o suficiente, ele não aceitou disse que me levaria até a sua casa primeiro limparia meus machucados superficiais pois seria o minimo que ele poderia fazer por mim, relutante ou não já tinha perdido toda a vontade de continuar minha corrida e por outro lado uma curiosidade em saber mais do meu “algoz” me fez aceitar a proposta.

Era casada, mas ficava o dia inteiro em casa, porque o marido saía cedo e só voltava à tardinha.